Chat A Voz Do Deserto

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O QUE É O NATAL ?









O que é o Natal
Por Ed Stevens
Editado pelo Dr. James Trimm
Traduzido e Adaptado por Sha'ul Bentsion


1 - O Enigma da Babilônia


Conforme descrito em Gen. 3:15, ADONAI Elohim anunciou ao casal culpado no jardim do Eden a
"semente" da mulher, o Salvador da humanidade que apareceria, e que destruiria "a Serpente". Depois do
dilúvio, quando a raça humana estava centralizada na planície de Bavel (Babel/Babilônia), Satan lutou para
desviar os homens do plano de redenção de D-us ao produzir um falso messias. Ele encontrou uma
ferramenta mais do que pronta para isto, uma mulher ambiciosa, chamada Semiramis, a viúva de Nimrod, "o
poderoso caçador perante ADONAI" (Gen. 10:9), o qual havia morrido de forma violenta. Nimrod havia sido
endeusado como o libertador da ameaça das feras. Sua esposa, procurando perpetuar a adoração a ele, e
também procurando controlar os homens, iludiu o povo com a crença de que ela havia, através de uma
concepção milagrosa, dado a luz a um filho, a quem ela chamou de Tammuz, o qual ela alegava ser a
reencarnação de Nimrod. Aqui estava então a falsificação de Satan para a "Semente" da mulher. Esta mulher
com seu filho ilegítimo foi daí em diante adorada como sendo "a mãe de (um) deus", a Madonna, isto é, a
"rainha do céu". Começou aí a antiquíssima religião do "enigma da Babilônia", a fonte de toda a idolatria que
se alastrou pelo mundo. Todo ídolo mencionado na Bíblia, e também na mitologia, tendo tido variações de
nomes em diferentes partes do mundo, pode ter sua origem traçada até esta fonte.


2 – O Natal e a Adoração Pagã


Alexander Hislop, em seu trabalho monumental, AS DUAS BABILÔNIAS, mostrou claramente que a
adoração papal nada mais é do que a adoração de Nimrod e de sua esposa, mascaradas com uma roupagem de
Cristianismo. A respeito da festa de Natal, Hislop escreve:
"O Natal era originalmente uma festã pagã sem sombra de dúvida. A época do ano, as cerimônias com as
quais ele é celebrado, provam sua origem. No Egito, o filho de Isis (Isis é o título egípcio para a "rainha do
céu") nasceu nesta exata época, por volta do chamado "solstício de inverno". O próprio nome pelo qual o
Natal é popularmente conhecido entre nós - Yule Day [Nota do tradutor: este nome se refere à cultura
inglesa] - prova sua origem outrora pagã e babilônica. "Yule" é o nome caldeu para "criança"; e como o dia
25 de Dezembro era chamado pelos nossos ancestrais anglo-saxônicos de "Yule day" ou "dia da criança", e a
noite após esta era chamada de "Noite-mãe", muito antes do nosso contato com o Cristianismo, isto é prova
suficiente da sua natureza verdadeira. Este "aniversário" era comemorado nas entranhas das dimensões do
paganismo
(AS DUAS BABILÔNIAS, Alexander Hislop; p. 93)


3 – Incorporando Costumes Pagãos


É facilmente demonstrado que Yeshua nasceu não no inverno, mas durante as Festas de Outono. Uma vez
que ADONAI, em sua Palavra, não autorizou a celebração do Natal, então o mesmo foi introduzido por
homens. Mas como isso aconteceu? Desde cedo no primeiro século, Paulo já condenava os gentios que
estavam tentando incorporar seus "dias, e meses e estações do ano" pagãos em sua nova fé (Gal. 4:8-11). Por
volta do ano 230, o "pai da igreja" cristã gentílica, Tertuliano, escreveu:
Por nós [gentios cristãos] que somos estrangeiros aos Shabbatot judaicos, e luas novas, e festivais, uma vez
aceitos por D-us, a Saturnália, as festas de Janeiro, a Brumália, e a Matronália estão sendo frequentados, com
presentes sendo dados e recebidos.


4 – A Origem do Termo ‘ Natal’


Uma vez que Tammuz era adorado como um deus-encarnado, isto também significava que ele era a
incarnação do "senhor dos céus", o sol, e uma vez que o sol começava a ficar notoriamente mais forte por
volta do dia 25 de Dezembro, esta data começou a ser reconhecida não só como o renascimento de Nimrod
mas também do próprio sol. Na Roma antiga, este dia era conhecido como "Natalis Invicti Solis" - o Dia do
Sol Invicto. Luzes eram acesas para brilhar até o dia 6 de Janeiro (Epifania). A festa da Saturnália, que
durava cerca de uma semana, era realizada durante a época do solstício de inverno, acompanhada de muita
alegria, festanças e brincadeiras.


5 – O Papa e o Sincretismo Religioso


Para obter mais adeptos ao Catolicismo Romano, era a política do papa misturar os festivais pagãos com
coisas da Cristandade. O papa Gregório escreveu o seguinte a Agostinho, o primeiro missionário às Ilhas
Britânicas (597 DC):
Não destrua os templos dos deuses ingleses; mude-os para igrejas cristãs. Não proíba costumes "inofensivos"
que têm sido associados a outras religiões; consagre-os ao uso cristão.
Assim Roma manteve uma forma pagã para o Natal, mas não conseguiu restringir seu espírito pagão - que
existe até os dias de hoje.
Sir James Fraser, em "O Ramo Dourado", escreve:
Portanto parece que a Igreja Cristã escolheu celebrar o aniversário do seu fundador no dia 25 de Dezembro
para transferir a devoção dos pagãos do sol para aquele que era chamado de Sol da Justiça. Se foi este o caso,
não pode haver improbabilidade intrínseca na conjectura de que motivos da mesma natureza possam ter
conduzido as autoridades eclesiásticas a assimilar na Pascoa, festival da morte e ressurreição do S-nhor deles,
o festival da morte e ressurreição de um outro deus asiático, que caia na mesma estação.
Já vimos a origem do nome Natal (de "Natalis Invicti Solis"). A origem do nome "Christmas", no inglês,
apareceu cerca de 450 DC quando o papa Julius decretou que todos os católicos deveriam celebrar o
aniversário de cristo no mesmo dia em que os pagãos celebravam a Saturnália. Foi designado como
"Christe-masse", ou a "missa de Cristo".


6 – A Origem da Árvore de Natal


Poucos sabem que a chamada "árvore de Natal" tem suas origens na religião do "enigma da Babilônia", onde
era usada para representar Tammuz (cujo nome quer dizer "broto"). É justamente a falsificação de Satan para
"O Ramo" (Hebraico: NETSER; ramo; ou broto) -- o Messias, que era profeticamente chamado de "A raiz
saída do solo seco" (Is. 11:1; 53:2; Jer. 23:5; Zc 6:12 -- "Eis o homem cujo nome é O Ramo"). Moedas
antigas já foram encontradas mostrando um toco de árvore (representando a morte de Nimrod) e uma
pequena árvore crescendo próxima (Tammuz). Os Egípcios usavam uma palmeira; os Romanos um pinheiro.
A "árvore de Natal" de israelitas idólatas é descrita em Jer. 10:1-4, onde a árvore moderna é representada
vividamente. O visco e o azevinho eram proeminentes na adoração à árvore da cultura druida anglo-saxônica.


7 – O que um Seguidor de Yeshua deve fazer?


Um crente de coração sincero não pode contribuir para a perpetuação do Natal observando-o de qualquer
forma, mas deve se abster horrorizado de celebrações nascidas do paganismo e reverenciadas por um mundo
que recebeu o Messias sob a espada de Herodes, cheirando a sangue dos bebês de Belém, e que por fim o
crucificou em ódio mortal. A profecia de Apoc. 11:10 pode em breve ser cumprida, quando as duas
testemunha de ADONAI serão mortas, e então "os que habitam sobre a terra se regozijarão sobre eles, e se
alegrarão; e mandarão presentes uns aos outros."
"e não vos associeis às obras infrutíferas das trevas, ao invés disto, condenai-as;"
(Efésios 5:11)
O nascimento de "Jesus" é lembrado a cada ano, mas Yeshua é desdenhosamente relegado ao esquecimento.
A Torah nos lembra:
"Não seguirás uma multidão para fazeres o mal;" (Shemot / Êxodo 23:2)
E o próprio Yeshua disse:
"porque o que entre os homens é elevado, perante Elohim é abominação" (Lucas 16:15)
Lembremo-nos das palavras de Paulo, de que não devemos misturar o que é pagão às coisas de D-us:
"Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça?
ou que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia há entre o Mashiach e Belial? ou que parte tem o
crente com o incrédulo? E que consenso tem o santuário de Elohim com demônios? Pois nós somos santuário
de Elohim vivo, como Elohim disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Elohim e eles serão
o meu povo." (2 Coríntios 6:14-16)
E ainda da recomendação dele:
"E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que
experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Elohim." (Romanos 12:2

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O JUGAMENTO




















Sinopse :

Franco Macalousso, o líder do Governo Central (ONE), é chamado de "O Salvador do Mundo", mas o grupo dissidente "Os que Crêem" sabe sobre suas intenções satânicas. Helen Hannah é acusada por crimes rotulados "Crimes contra a Humanidade" e Vicky Thorne, a promotora da ONE, contrata Mitch Kendrick para simular a defesa de Helen. Mitch, um respeitável advogado, na tentativa de ajudar Helen só encontra uma saída: colocar Deus no processo! O que Mitch não sabia é que o caso se tornaria no "Processo do Século" e chocaria o mundo, que espera, já sem fôlego, o julgamento final na Suprema Corte Mundial.

Informações Técnicas :

Título no Brasil: Julgamento
Título Original: Judgment
País de Origem: EUA / Canadá
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 105 minutos
Ano de Lançamento: 2001
Direção: André Van Heerden

Elenco :

Corbin Bernsen ... Mitch Kendrick
Jessica Steen ... Victoria Thorne
Leigh Lewis ... Helen Hannah
Mr. T ... J.T. Quincy
Nick Mancuso ... Franco Macalousso
Michael Copeman ... Judge Thorton Wells
Marium Carvell ... Selma Davis
Sandra Caldwell ... Sherry Quincy
Patrick Gallagher ... Jake Goss
Arnold Pinnock ... David Sands
Nicole Leroux ... Dawn Blushak
Tony Nappo ... Willie Spino
Doug Lennox ... General Tyson Keenen
Steve Jackson ... Alan Cantona
Jason Michaels ... Eric Shearer

Tamanho do Arquivo : 977 MB
Qualidade do Vídeo : DVDrip ( 10 )
Idioma do Audio : Português ( dublado )



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